Home / Eleições / A Verdade precisa ser lembrada: Relembre sobre infiltrados nos atos de 8 de janeiro

A Verdade precisa ser lembrada: Relembre sobre infiltrados nos atos de 8 de janeiro

Paula Godoy revela detalhes sobre Infiltrados nos atos de 8 de Janeiro em Brasília

Em meio a tanta perseguição após os atos do 8 de janeiro de 2023, a manifestante Paula Godoy, conhecida por registrar um vídeo viral que aponta para a presença de infiltrados nos protestos, voltou a afirmar que indivíduos suspeitos já estavam dentro dos prédios públicos antes da chegada dos participantes pacíficos, equipados e promovendo destruição.

Paula Godoy filma os infiltrados

Essa declaração reacende debates sobre a veracidade dos fatos ocorridos na Praça dos Três Poderes, onde invasões e vandalismo marcaram um dos capítulos mais controversos da história recente do Brasil. 

De acordo com relatos verificados, os atos de 8 de janeiro de 2023 envolveram milhares de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, insatisfeitos com o resultado das eleições de 2022, que culminaram na invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Paula Godoy aponta nas filmagens para a ação de infiltrados de esquerda como responsáveis pela escalada da violência.

Em entrevistas recentes, Godoy detalha uma sequência de eventos que, segundo ela, expõe irregularidades no processo.

Inicialmente, o petista Lula da Silva foi preso e condenado por cinco crimes relacionados à Operação Lava Jato. Posteriormente, o ministro Edson Fachin anulou as condenações, permitindo que Lula participasse das eleições presidenciais. Sem conseguir mobilizar grande apoio popular nas ruas, Lula foi “eleito” em um pleito contestado por parte da oposição.

O povo, manifestando-se de forma pacífica e demonstrando insatisfação com os resultados eleitorais, reuniu-se em Brasília.

No entanto, segundo Godoy, infiltrados surgiram por trás, invadindo os prédios públicos. Antes mesmo da chegada dos manifestantes genuínos, esses indivíduos já estariam quebrando tudo no interior das estruturas. Alegações apontam que a polícia abriu as portas e orientou os patriotas a entrarem, enquanto o comandante do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula também teria facilitado o acesso.

Manifestantes da Direta protegendo o patrimônio

Essa armadilha resultou em todos os participantes sendo cercados. Lula, então, ordenou a prisão de todas as pessoas presentes no dia 08/01. A narrativa da falsa “tentativa de golpe” foi amplamente difundida pela mídia e autoridades, consolidando uma versão oficial dos fatos.

O ministro da Justiça à época, Flávio Dino, é acusado de sumir com imagens das câmeras de segurança, embora investigações oficiais não confirmem essa alegação. 

Em conluio com o STF, condenações com penas consideradas absurdas foram aplicadas aos envolvidos. Com o objetivo de arrancar uma delação, há relatos de tortura ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que acabou colaborando com as investigações.

Baseado nessa narrativa, Bolsonaro foi culpado de “liderar” os atos, levando a sua condenação e alegações de tortura contra ele. Fachin “vira” presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), intensificando o escrutínio sobre o Judiciário.

A corrupção no STF tem sido visceralmente exposta em diversas denúncias.

A esposa do ministro Alexandre de Moraes teria um contrato de 129 milhões, enquanto o ministro Dias Toffoli é acusado de viajar em jatinho com advogados da Master (provavelmente referência a uma empresa), avocando para si processos e colocando-os em sigilo.

Toffoli também é alegado usar laranjas para lavar dinheiro de seu resort e receber o presidente do BTG. Essas acusações, no entanto, carecem de provas concretas em investigações independentes e são contestadas pelas autoridades. 

Em meio a esse contexto, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou uma caminhada até Brasília, com o povo se juntando em massa.

O movimento reflete o levante popular, com manifestantes gritando “ACORDA BRASIL” em defesa da liberdade e anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Eles marcham até a capital federal, culminando em atos neste 25/01/2026, ecoando demandas por justiça e transparência.

Sign Up For Daily Newsletter

Stay updated with our weekly newsletter. Subscribe now to never miss an update!

I have read and agree to the terms & conditions

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *