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Em Israel Eduardo reforça apoio a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro em Israel: Critica Lula por não combater terrorismo e pede apoio à candidatura de Flávio à Presidência em 2026

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou o palco de uma conferência internacional de combate ao antissemitismo em Jerusalém, Israel, para lançar duras críticas ao governo Lula e reforçar o apoio à pré-candidatura de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República nas eleições de 2026.

Durante o evento no Knesset (Parlamento israelense), realizado em 26 de janeiro de 2026, Eduardo acusou o petista Lula da Silva de recusar cooperação total com os Estados Unidos no combate ao terrorismo, especialmente ao não classificar facções criminosas como Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas, apesar de solicitação do governo Donald Trump. Ele também ligou essas organizações a grupos como Hezbollah e Jihad Islâmica, e condenou a saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto em 2025.

Entre as declarações mais contundentes, Eduardo afirmou: “todos os serviços de inteligência sabem o que acontece nas regiões de fronteira entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai”.

Ele acrescentou: “A ausência de ataques não significa a ausência de terroristas. E daqueles três países, só um recusou cooperação total com os Estados Unidos sob Donald Trump. Sim, o Brasil do governo Lula”.

Sobre o antissemitismo contemporâneo, disse: “o antissemitismo de hoje nem sempre usa uma suástica. Ele se esconde por trás de ONGs, linguagem humanitária e jargões acadêmicos, como o termo ‘antissionista’”.

Criticando a saída da aliança do Holocausto, declarou: “Não há justificativa para o Brasil, sob o governo Lula, se retirar da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Por que ele rejeita a educação sobre o Holocausto no país com a 2ª maior população judaica da América Latina? Qualquer pessoa com boa bússola moral sabe a resposta”.

No final de sua fala, Eduardo fez um apelo explícito pela candidatura de Flávio: “100%. Vamos derrotá-lo. Meu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, vai concorrer para presidente em outubro. Eu peço para que o apoiem. Meu pai poderia concorrer, mas ele está na cadeia por causa do uso político da lei”.

O contexto da participação de Eduardo na conferência, onde foi apresentado como parlamentar brasileiro apesar da cassação de seu mandato, inclui a presença de autoridades israelenses, como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

A agenda reforça a estratégia do bolsonarismo de buscar apoio internacional da direita conservadora, especialmente em temas de segurança, terrorismo e relações com Israel.

As críticas ao governo Lula ecoam acusações recorrentes de alinhamento ideológico com regimes e grupos hostis a Israel, enquanto o pedido de apoio a Flávio sinaliza a consolidação da família Bolsonaro como força central na oposição para 2026, em meio à inelegibilidade de Jair Bolsonaro.

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