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O TEMOR DE LULA: Lula não quer influenciadores da direita cobrando políticos nas redes sociais

No dia 2 de fevereiro de 2026, a cerimônia de abertura do Ano Judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília tornou-se palco de declarações absurdas do pestista Lula da Silva.

Em meio a uma crise envolvendo o escândalo do “Master”, que conecta figuras do governo como Guido Mantega, Ricardo Lewandowski e Jaques Wagner ao Governo Lula, o Roubo do INSS que também se apróxima de filho, irmão e pessoas ligadas a Lula, o petista decidou partir para censura e criticou o trabalho de influenciadores digitais, em vez de abordar diretamente temas centrais de justiça e reforma judiciária.

Durante seu discurso, Lula utilizou a palavras ATAQUE ao invés de CRITÍCAS e deixou a solução comunista na sua retórica , confira:

“Contratação de influenciadores digitais para atacar adversários (…) é preciso garantir que a justiça Brasília possa fazer frente as transformações que se impõe”.

Claro que Lula elogiou o STF por sua atuação na condenação de pessoas supostamente envoldidas em um golpe que nunca existiu, e defendeu o papel do Judiciário como suposto guardião da democracia , mas suas palavras geraram acusações de hipocrisia nas redes sociais, onde Lula não consegue calar o povo.

E o motivo das críticas são de que o próprio governo Lula tem histórico de engajamento pago a influenciadores. Em 2023, por exemplo, houve reuniões no Palácio do Planalto com criadores de conteúdo para discutir estratégias digitais, e a Secretaria de Comunicação Social (Secom) foi acusada de usar agências para pagar por conteúdos favoráveis . Além disso, uma lei sancionada por Lula em janeiro de 2026 reconhece o “profissional de multimídia” e regulamenta a atividade de influenciadores , que nada mais é, uma tentativa de controle sobre o setor.

O pestista não critica, quando o próprio STF, tem promovido iniciativas para aproximar-se de influenciadores, como o evento “Leis e Likes” em agosto de 2025, que reuniu 26 criadores para discutir polarização, liberdade de expressão e combate à suposta desinformação . No entanto, decisões recentes da Corte, como a ampliação do controle de conteúdo no Marco Civil da Internet, alimentam temores de censura mais rígida em 2026, especialmente contra vozes da direita política.

Nas redes, como no X (antigo Twitter), as reações foram imediatas. Usuários acusaram Lula de promover censura seletiva, citando casos de suspensão de contas e multas impostas pelo STF a críticos do governo e apoiadores do presidente Bolsonaro, ao presidente e sua família.

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