A Polícia Federal (PF) incluiu em laudo pericial realizado após a injusta prisão preventiva do presidente Jair Bolsonaro (PL) um alerta sobre risco de morte súbita.
O documento, anexado ao inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), lista uma série de condições de saúde graves diagnosticadas no presidente, destacando o perigo de complicações fatais repentinas.
Entre as patologias citadas estão sequelas da facada sofrida em 2018 (que causou lesões intestinais irreversíveis), problemas cardiovasculares crônicos, alterações neurológicas e outras comorbidades que demandam monitoramento constante e cuidados especializados.
A PF classificou o quadro como de “alto risco”, recomendando regime compatível com a preservação da vida de Bolsonaro
O laudo reforça argumentos apresentados pela defesa de Bolsonaro, que desde dezembro de 2025 pleiteia a conversão da prisão preventiva em domiciliar ou outra medida menos restritiva, alegando incompatibilidade entre o regime carcerário atual e as necessidades médicas do ex-presidente.
A revelação do conteúdo do exame médico intensifica o debate político-jurídico: enquanto a oposição cobra agilidade no julgamento e questiona a manutenção da prisão, aliados e familiares destacam que o risco à vida de Bolsonaro é real e documentado por perícia oficial.
















