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Lula é o ladrão mor que queria voltar a cena do crime, dispara jornalista

Constantino acusa Lula de mentir sobre conversa com filho em fraudes do INSS e denuncia cinismo inédito

O jornalista e comentarista conservador Rodrigo Constantino voltou a criticar duramente o petista Lula da Silva, acusando-o de mentir sobre supostas conversas com seu filho relacionadas a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em declaração recente, Constantino classificou a postura do presidente como um ato de cinismo extremo, ligando o episódio a padrões familiares de conduta questionável.

De acordo com Constantino, o presidente nega ou minimiza envolvimentos familiares em irregularidades, apesar de evidências históricas e investigações em curso. Ele afirmou: “O Lula é a referência da família, ele é o ladrao mor que queria voltar a cena do crime, como dizia seu vice Alckmin.”

A crítica surge em meio a debates sobre fraudes no INSS, que ganharam destaque na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instalada em 2025 para apurar desvios bilionários no órgão. Relatos apontam para possíveis ligações de familiares de figuras políticas com esquemas de benefícios irregulares. Constantino, conhecido por suas análises contundentes contra o governo petista, usa o episódio para reforçar a narrativa de impunidade e retorno a práticas antigas.

O jornalista, que já se manifestou em veículos como Gazeta do Povo e em suas redes sociais, argumenta que tais mentiras minam a credibilidade do governo e expõem um padrão de cinismo. A frase citada ecoa declarações passadas do atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que em campanhas anteriores acusou Lula de querer “voltar à cena do crime”, referência aos escândalos do Mensalão e Petrolão.

O Planalto não comentou diretamente as acusações de Constantino, mas tem defendido que investigações sobre fraudes no INSS remontam a gestões anteriores, incluindo o governo Bolsonaro, e que o atual administração prioriza transparência e combate à corrupção.

A CPMI do INSS concluiu em dezembro de 2025 que desvios ocorreram em múltiplos períodos, sem apontar responsabilidades presidenciais diretas.

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