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Carlos Bolsonaro visitou o pai nesta quarta-feira de cinzas

Carlos Bolsonaro visita pai nesta Quarta-feira de Cinzas e relata estado de saúde delicado do presidente

Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), visitou o pai nesta quarta-feira (18), na Quarta-feira de Cinzas, no Complexo Penitenciário da Papuda (conhecido como Papudinha). As visitas ocorrem rigorosamente às quartas-feiras e sábados, conforme autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF).

Após o encontro, Carlos publicou um relato detalhado nas redes sociais, descrevendo o estado físico e emocional do pai. Ele encontrou Bolsonaro sonolento e abatido, questionando a legitimidade da prisão.

“Encontrei o Presidente sonolento e abatido, obviamente se questionando sobre uma prisão que jamais deveria existir, já que não cometeu crime algum. É humanamente impossível que alguém suporte tais condições por tanto tempo e consiga manter-se ileso. Se eu estou cansado, imagine ele.”

Carlos aproveitou o tempo para organizar os poucos itens permitidos na cela: arrumou os livros e utensílios de plástico, além das tampas das marmitas, que trazem mensagens carinhosas deixadas por Michelle Bolsonaro em cada refeição.

“Deu tempo de dar uma arrumada em seus livros e nos poucos utensílios de plástico permitidos. Organizei também as tampas das marmitas, sempre com as mensagens que a Michelle deixa para cada refeição – pequenos gestos que mantêm a dignidade em meio ao absurdo.”

Carlos expressou crescente preocupação com a saúde do pai, destacando o risco de um ponto de não retorno devido às condições prolongadas de prisão. Ele descreveu Bolsonaro como “uma rocha”, mas alertou para o impacto cumulativo da situação.

“Mais um dia se passou, e minha preocupação só aumenta ao ver a normalização do que estão fazendo. Pode existir a qualquer momento um ponto de não retorno em relação à saúde do meu pai. Ele é uma rocha, mas é impossível não perceber que, dia após dia, a covardia que sofre o atinge cada vez mais.”

O presidente enfrenta problemas crônicos de saúde agravados pela detenção, com relatos recentes de crises de soluços, picos de pressão, tonturas e mal-estar. A defesa continua solicitando prisão domiciliar ou transferência, citando laudos médicos e comorbidades.

As visitas continuam regulares: filhos e Michelle não precisam de autorização prévia, enquanto aliados políticos (como senadores Bruno Bonetti e Carlos Portinho na mesma quarta, Nikolas Ferreira e outros no sábado) seguem o calendário aprovado.

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