O presidente Donald Trump afirmou em entrevista à Fox News neste domingo (1º de março de 2026) que 48 líderes foram eliminados nos ataques aéreos coordenados por Estados Unidos e Israel contra o Irã, classificando a operação como “sucesso incrível” e “avançando rapidamente”.

“Ninguém consegue acreditar no sucesso que estamos tendo, 48 líderes eliminados de uma só vez. E está avançando rapidamente”, disse Trump, destacando a eliminação de figuras chave do regime teocrático.
Nomes de líderes já divulgados e confirmados por fontes israelenses, mídia iraniana (ILNA, Fars, Tasnim) e internacionais:
- Aiatolá Ali Khamenei – Líder supremo do Irã por 36 anos; Trump confirmou: “Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”; fontes israelenses e mídia iraniana validaram a morte em strike no complexo residencial em Teerã.
- Mahmoud Ahmadinejad – Ex-presidente (2005-2013), figura linha-dura conhecida por negacionismo do Holocausto e programa nuclear; morto em ataque à residência em Narmak (Teerã), confirmado por agência iraniana ILNA.
- Mohammad Pakpour – Comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
- Aziz Nasirzadeh – Ministro da Defesa e Logística das Forças Armadas.
- Ali Shamkhani – Ex-secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, conselheiro próximo de Khamenei.
- Outros oficiais de alto escalão: Saleh Asadi (inteligência), Hossein Jabal Amelian e Reza Mozaffari-Nia (pesquisa), Mohammed Shirazi (ex-representante de defesa), e cerca de 40 comandantes em strikes rápidos, segundo IDF.
A operação, batizada de Operação Fúria Épica (EUA) e Leão Rugidor (Israel), visa desmantelar o aparato militar e nuclear iraniano, com Trump prometendo continuidade “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário” para alcançar “paz em todo o Oriente Médio e no mundo”.
O Irã confirma algumas mortes (como Khamenei em comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional), nomeou Alireza Arafi como líder interino, mas promete retaliação feroz.
Analistas apontam golpe devastador ao regime, com celebrações internas por opositores.


















