Com estimativas entre 1,9% e 2%, país fica atrás da média regional e de várias economias menores, segundo Banco Mundial e outros organismos
O Brasil figura entre os países com menor expansão econômica na América Latina e Caribe em 2026, de acordo com as principais projeções de instituições internacionais.

Enquanto a média de crescimento projetada para a região fica em torno de 2,1% a 2,3%, o PIB brasileiro deve avançar entre 1,9% e 2% neste ano, posicionando o país em colocações baixas no ranking regional (por volta da 18ª a 22ª posição entre cerca de 29 economias, dependendo do órgão).
O Banco Mundial destacou que o Brasil sofre com “perda de dinamismo”, pressionado por condições financeiras internas restritivas, juros elevados, espaço fiscal limitado e incertezas no cenário externo, especialmente relacionadas à política comercial global.
Outros organismos, como FMI e Cepal, também projetam crescimento modesto para o país, inferior ao de nações como Guiana (líder absoluta com mais de 20%), República Dominicana, Panamá, Paraguai e até Argentina, que deve registrar taxas superiores à brasileira.
Economistas apontam que o baixo dinamismo impacta diretamente a geração de empregos, o poder de compra da população e o investimento privado. A desaceleração ocorre mesmo com vantagens como a exportação de petróleo e commodities agrícolas.


















