Briga envolvendo empresa ligada a parente de editor do site de esquerda teria motivado ofensiva contra família Bolsonaro e o filme Dark Horse
Uma disputa por um contrato milionário do programa WiFi Livre SP, da Prefeitura de São Paulo, estaria por trás das recentes acusações publicadas pelo site The Intercept Brasil contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a família Bolsonaro.

O conflito empresarial envolve a Surf Telecom — empresa ligada a Mauro Motoryn, parente do jornalista Paulo Motoryn, um dos editores do Intercept — e a ONG Instituto Conhecer Brasil, presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama, também responsável pela produtora do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o presidente Jair Bolsonaro.
O programa WiFi Livre SP previa a instalação de milhares de pontos de internet gratuita em áreas vulneráveis. O Instituto Conhecer Brasil venceu o edital, enquanto a Surf Telecom foi rejeitada. A partir daí, teriam surgido pressões, tentativas de rompimento de contratos e até denúncias de extorsão, segundo documentos obtidos pela publicação.
A ofensiva midiática do Intercept contra Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e o financiamento do filme teria começado após esse embate comercial.
Fonte: Revista Oeste


















