Criação de central jurídica e de monitoramento pelo partido do governo acende o debate sobre perseguição política e cerceamento da liberdade de expressão na rede
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a criação de uma estrutura centralizada que está sendo classificada por críticos e opositores como uma verdadeira máquina de patrulha digital. O comitê de campanha montou um QG com o objetivo explícito de vasculhar as redes sociais em tempo real, monitorando o que cidadãos e adversários políticos publicam. A estratégia consiste em acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em ritmo industrial para remover conteúdos incômodos sob a justificativa de combate à desinformação.
Para parlamentares e analistas de oposição, a medida ultrapassa a barreira da fiscalização eleitoral legítima e assume contornos de perseguição política e tentativa de censura prévia.
Críticos apontam que o monitoramento em massa visa intimidar influenciadores, jornalistas e eleitores comuns, criando um ambiente de receio onde qualquer crítica severa à gestão do petista Lula corra o risco de ser judicializada e apagada.


















