Ministério das Relações Exteriores evita participação em evento público marcado para 6 de julho em Washington
O Itamaraty voltou a ser alvo de críticas após divulgar manifestação pública sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. A nota do Ministério das Relações Exteriores demonstra o nível de aparelhamento das instituições brasileiras por militantes da esquerda, confira:.

A polêmica ganhou força depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, se inscreveu para participar da audiência pública sobre as tarifas no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), agendada para o dia 6 de julho em Washington. O governo brasileiro decidiu não enviar representantes oficiais ao evento.
Em resposta à carta enviada por Flávio Bolsonaro ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, o chanceler norte-americano reforçou que qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de consulta pública e da audiência pública marcada para 6 de julho. O prazo para contribuições escritas segue aberto até 1º de julho.
Críticos do governo, no entanto, acusam o Itamaraty de aparelhamento ideológico e de priorizar narrativas eleitorais em detrimento dos interesses nacionais.


















