Durante sabatina tensa no Congresso, deputado federal questiona o assessor especial da Presidência sobre a pecha internacional do país como polo distribuidor de drogas, gerando forte repercussão com a ausência de resposta do chanceler
O assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, evitou responder a um questionamento incisivo feito pelo deputado federal Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), optando por um silêncio que rapidamente repercutiu nos bastidores políticos de Brasília.
A sabatina, marcada por discussões sobre os rumos da política externa e a segurança nas fronteiras, ganhou um contorno dramático quando o parlamentar confrontou o diplomata com dados e a percepção externa sobre a criminalidade organizada no país.
O confronto direto e a ausência de resposta
Sem meias-palavras, Philippe de Orleans e Bragança colocou o chanceler contra a parede ao expor o desgaste da imagem do Brasil perante a comunidade internacional diante do avanço das facções criminosas ligadas ao tráfico transnacional:
“O senhor se envergonha do Brasil hoje ser considerado o maior distribuidor de entorpecentes mundiais?“, disparou o deputado.
Diante do questionamento frontal, que joga luz sobre as críticas internacionais e as recentes decisões de governos estrangeiros em relação a cartéis e facções brasileiras, Celso Amorim manteve-se em silêncio, recusando-se a tecer comentários sobre a afirmação.
*Imagem da capa gerada por IA


















