Coordenação petista exige lista de quem acessou dados sigilosos na PF e no STF e cobra postura mais ativa do ministro Wellington César Lima e Silva
A campanha à reeleição do petista Lula da Silva adotou como prioridade jurídica conter os vazamentos sucessivos que têm atingido o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nos últimos dias. A estratégia passa por duas frentes principais. A primeira consiste em solicitar a cadeia de custódia completa e a lista de todos os agentes públicos da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal que tiveram acesso aos dados das investigações.
Tanto a PF quanto o STF são apontados como possíveis origens dos vazamentos. Na segunda frente, a coordenação da campanha pretende ampliar a pressão sobre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.
A avaliação interna é de que o titular da pasta tem se mostrado inerte diante das divulgações e precisa cobrar de forma mais efetiva tanto a Polícia Federal quanto o STF a interrupção dos vazamentos. Essa leitura já foi levada ao próprio petista Lula.
Embora o petista tenha defendido a continuidade das investigações, ele também tem se posicionado contra o que considera abusos na divulgação de informações. O movimento da campanha ocorre em meio a uma série de reportagens e vazamentos envolvendo as apurações contra Lulinha, que respondem a inquéritos por suspeita de tráfico de influência.
A defesa do empresário e a coordenação eleitoral do PT tentam, assim, estancar o fluxo de informações e identificar eventuais responsáveis pelos vazamentos seletivos.
Fonte: CNN BRASIL
*Imagem da capa gerada por IA


















