Governador de Minas e lideranças políticas se unem em prol da campanha presidencial, enfatizando a importância de parcerias federativas, redução do custo de vida e corte de impostos para o desenvolvimento do estado e do país
O cenário político mineiro ganha um reforço de peso na corrida presidencial. O governador eleito Cleitinho declarou oficialmente seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, reforçando a aliança em prol do projeto político do grupo para o comando do Palácio do Planalto.
Alinhamento federativo e críticas à relação com o governo atual
Durante o encontro que selou a união, interlocutores da campanha destacaram que o estado de Minas Gerais necessita de uma relação institucional harmoniosa com o governo federal. Foi apontada a necessidade de um presidente que trate o estado com receptividade e diálogo aberto, criticando o tratamento dado pela gestão atual aos governos locais que não integram sua base aliada.
Cleitinho ressaltou que sua adesão ao projeto ocorre desde o início da postulação presidencial. O parlamentar mineiro enfatizou um apelo direto para que, caso vença o pleito, a futura administração governe para toda a população e trabalhe ativamente pela pacificação do país.
Foco na redução do custo de vida e corte de impostos
Entre as prioridades defendidas na pauta conjunta estão medidas de impacto direto na economia popular:
- Redução do custo de vida: Combate à inflação e alívio financeiro para as famílias brasileiras.
- Corte de tributos: Aposta na premissa de que a diminuição de impostos estimula a atividade econômica e amplia a arrecadação, a exemplo de experiências anteriores da gestão de Jair Bolsonaro.
- Valorização do trabalhador: Apoio a pautas voltadas à classe trabalhadora, reconhecendo o papel fundamental tanto do empresariado quanto dos empregados na geração de riqueza.
Demanda histórica: Renegociação da dívida de Minas Gerais
Outro ponto central da aliança envolve o futuro administrativo de Minas Gerais. O estado lida com o desafio de equacionar sua dívida pública, e os líderes políticos pontuaram a urgência de abrir canais de diálogo direto com o governo federal para renegociar os débitos.
A repactuação é considerada indispensável para liberar espaço fiscal e garantir que a administração estadual possa investir em políticas públicas essenciais para os mineiros. Com o lema alinhado ao número da chapa, o grupo encerrou a mobilização apostando na força eleitoral de Minas Gerais para definir os rumos da eleição presidencial.

















