Ação de elite americana prende ditador venezuelano e esposa em operação noturna
Em um desenvolvimento surpreendente nas relações internacionais, o governo dos Estados Unidos divulgou neste sábado (3) imagens exclusivas que mostram o presidente Donald Trump e altos funcionários acompanhando de perto a missão militar na Venezuela.




Essa operação de grande porte, realizada nas primeiras horas da madrugada, levou à detenção do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua companheira, Cilia Flores, marcando um momento pivotal na crise política do país sul-americano.
As fotografias, compartilhadas pelo próprio Trump, retratam o mandatário americano ao lado de figuras chave como o chefe da CIA, John Ratcliffe, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
As cenas capturam o momento de tensão na sala de controle, enquanto a ação se desenrolava em território venezuelano.
De acordo com relatos oficiais, Nicolás Maduro e Cilia Flores foram extraídos compulsoriamente de sua residência particular por uma equipe de forças especiais dos EUA.
O incidente ocorreu por volta das 3h no horário de Brasília, pegando o casal desprevenido durante o sono.
A prisão foi validada publicamente pelo presidente Trump e conduzida pela Delta Force, uma divisão de elite das Forças Armadas americanas.
Fontes militares confirmam que a operação transcorreu sem vítimas entre os soldados envolvidos, destacando a precisão e o planejamento meticuloso da missão.
Essa intervenção militar americana na Venezuela reacende debates sobre soberania nacional e direito internacional, especialmente em meio à prolongada instabilidade política no país.
Maduro, frequentemente rotulado como ditador por críticos ocidentais, enfrentava acusações de violações de direitos humanos e corrupção, o que pode ter motivado a ação dos EUA.
Para mais contexto, especialistas apontam que a captura de Maduro representa um golpe significativo contra o regime chavista, potencialmente abrindo caminho para transições democráticas na região.
No entanto, reações internacionais variam, com alguns líderes condenando a medida como uma violação de normas globais.


















