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Carlos denuncia piora de Bolsonaro

Carlos Bolsonaro denuncia piora na saúde do pai na PF: Médico chamado após crises de soluços evoluírem para azia constante e vômitos

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) utilizou as redes sociais no domingo (11) para alertar sobre o agravamento do estado de saúde de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde novembro de 2025.

Segundo o filho, o quadro clínico do ex-mandatário piorou, com crises persistentes de soluços que evoluíram para azia constante, impedindo alimentação adequada e sono, além de episódios de vômito.

“O médico do meu pai foi chamado hoje, domingo, 11 de janeiro de 2026, à prisão, após sermos informados de que suas crises persistentes de soluços evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária.” — escreveu Carlos Bolsonaro em publicação no X.

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O vereador atribuiu os sintomas às sequelas da facada sofrida pelo presidente em 2018, durante a campanha eleitoral, cometida por um ex-militante do PSOL – partido alinhado historicamente à esquerda e ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Carlos divulgou uma foto que, segundo ele, mostra Jair Bolsonaro em meio a crises de vômito, reforçando a gravidade da situação.

“A foto anexa registra meu pai em intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu, praticada por um antigo militante do PSOL, partido historicamente alinhado à facção política de Lula.”

Neste fim de semana, a defesa do presidente protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), que até o momento não foi apreciado.

A solicitação é motivada pelas condições de saúde e pelo isolamento na cela, em meio a um histórico de internações recentes para tratar hérnia, soluços incoercíveis e traumatismo craniano leve após queda na cela em 6 de janeiro.

Carlos Bolsonaro também listou os crimes pelos quais o pai foi condenado pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025 , classificando as decisões como injustas e fruto de perseguição política.

Ele argumentou que Bolsonaro estava em Orlando (EUA) no dia 8 de janeiro de 2023, sem participação direta nos atos, e que não houve armas apreendidas ou ato executório de golpe.

O STF não se manifestou oficialmente sobre o novo pedido até o momento.

A defesa segue persistindo na conversão da pena para regime domiciliar, citando riscos à saúde em regime fechado.

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