Flávio Bolsonaro defende “Tesouraço” nos gastos públicos e impostos: “Não tem remédio fácil”, diz Senador em chamada por corte drástico
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República em 2026, voltou a defender uma medida radical para reequilibrar as contas do país: um “tesouraço” nos gastos públicos excessivos e na alta carga tributária.
Em publicação nas redes sociais no domingo, o parlamentar enfatizou que não existem soluções mágicas ou paliativas para os problemas fiscais brasileiros.
“Não tem remédio fácil. A solução para o Brasil é um #tesouraço, nos gastos absurdos e nos impostos!” — escreveu Flávio Bolsonaro, usando a hashtag #tesouraço para reforçar a proposta e mobilizar apoiadores.
A declaração surge em um momento de intensa discussão sobre o orçamento federal de 2026, aprovado com recorde de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares, e críticas crescentes à expansão do gasto público no governo do petista Lula.
Flávio Bolsonaro posiciona o “tesouraço” como alternativa ao modelo atual, que, segundo ele, mantém uma máquina inchada, privilégios e impostos elevados que sufocam a iniciativa privada e o cidadão comum.
A proposta do senador inclui cortes profundos em despesas não essenciais, revisão de benefícios corporativistas, redução drástica de cargos comissionados e uma reforma tributária que priorize a desoneração da produção e o alívio da classe média e dos trabalhadores.
Ele argumenta que apenas com disciplina fiscal agressiva o Brasil poderá recuperar crescimento econômico sustentável, gerar empregos e reduzir a dependência de programas assistencialistas.
A ideia do “tesouraço” ganhou força no discurso da oposição desde o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) e tem sido usada por lideranças liberais e conservadoras para contrastar com a política expansionista adotada nos últimos anos.
Flávio Bolsonaro, que articula sua pré-campanha presidencial, usa o termo para se diferenciar do governo atual e atrair o eleitorado que cobra austeridade e menor intervenção estatal.
A proposta do senador reforça o tom de confronto com o governo do petista Lula e sinaliza que a austeridade fiscal será um dos pilares da campanha da direita nas eleições de 2026.


















