Em um mundo cada vez mais exposto, a perseguição judicial contra líderes políticos opositores têm se tornado comuns, especialmente em contextos onde o establishment busca neutralizar figuras populares.
Baseado no caso recente de Imran Khan no Paquistão – onde o ex-primeiro-ministro foi condenado em processos amplamente vistos como politicamente motivados para impedi-lo de retornar ao poder – este artigo explora como aparatos estatais, em diversos países utilizam pretextos legais para eliminar opositores.
Focaremos em exemplos de líderes de direita, como Marine Le Pen na França, María Corina Machado na Venezuela, Jeanine Áñez na Bolívia, Jair Bolsonaro no Brasil e Donald Trump nos Estados Unidos.
O Contexto Geral: Judicialização da Política e Desconfiança Popular
A judicialização da política, ou “lawfare”, refere-se ao uso do sistema judiciário para enfraquecer rivais políticos. Em muitos casos, populações veem essas ações como manipuladas pelo “deep state” ou pela máquina pública, especialmente quando envolvem líderes com forte apoio orgânico.
No Paquistão, Imran Khan foi preso em 2023 sob acusações de corrupção e violação de segredos de Estado, que ele e organizações como a Anistia Internacional descrevem como fabricadas para impedi-lo de disputar eleições.
Khan, um político de direita, conquistou o povo com temas de redução da burocracia, combate à corrupção e defesa de valores individuais, contrastando com governos anteriores que trabalhavam para manter o inchaço estatal e gastos descontrolados.
Esse padrão se repete globalmente: líderes de direita com plataformas pró-mercado livre e direitos individuais (como liberdade de expressão, autodefesa e propriedade) são alvos frequentes, porque ameaçam o status quo coletivista de esquerda, que prioriza direitos difusos (como ambientais ou sociais) via expansão estatal.
Exemplos Globais de Perseguição
Marine Le Pen na França
Marine Le Pen, líder da direita francesa e do partido Rassemblement National, foi condenada em março de 2025 por suposto desvio de fundos da União Europeia, resultando em uma proibição de cinco anos para cargos públicos, efetivamente barrando-a da eleição presidencial de 2027.
A sentença envolveu alegações de uso indevido de recursos parlamentares para pagar assistentes fictícios. Le Pen afirma que o julgamento é uma “armadilha judicial” orquestrada para silenciá-la, especialmente dada sua popularidade orgânica baseada em propostas de redução da burocracia da UE, defesa de fronteiras nacionais e liberdades individuais contra o coletivismo europeu. Seus apoiadores veem isso como perseguição seletiva, já que casos semelhantes envolvendo políticos de centro ou esquerda raramente resultam em punições tão severas.
María Corina Machado na Venezuela
Na Venezuela, a opositora de direita María Corina Machado foi desqualificada em janeiro de 2024 pelo Supremo Tribunal de Justiça para concorrer à presidência, sob injustas acusações administrativas de apoio a sanções estrangeiras e irregularidades financeiras.
Corina, vencedora das primárias da oposição, representa uma plataforma de livre mercado, redução do estado inchado e defesa de direitos individuais contra o socialismo chavista. O regime de Nicolás Maduro, de esquerda, usa o judiciário para eliminar rivais, violando acordos internacionais como o de Barbados.
Jeanine Áñez na Bolívia: Prisão por suposto “Golpe” e Libertação Tardia
Jeanine Áñez, ex-presidente interina de direita na Bolívia, foi presa em 2021 e condenada a 10 anos em 2022 por supostamente orquestrar um golpe após a renúncia de Evo Morales em 2019.
Áñez defendia um estado mais enxuto, com foco em livre mercado e direitos individuais, contra o socialismo indígena de Morales. Sua prisão foi uma vingança política do governo de esquerda de Luis Arce, onde ocorreu maus-tratos e falta de devido processo legal.
Mas uma reviravolta aconteceu, Após vitória de Trump, Em novembro de 2025, o Supremo Tribunal anulou a sentença, libertando-a, o que comprova toda a perseguição política.
O sistema usa o termo “defesa da democracia” para suprimir opositores, incluindo restrições à expressão em mídias digitais.
Jair Bolsonaro no Brasil: Inelegibilidade e Prisão por suposto “Golpe”
No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro, de direita, foi declarado inelegível até 2030 em 2023 por algo que nunca aconteceu, um suposto abuso de poder econômico e suposta disseminação de desinformação sobre urnas eletrônicas.
Em novembro de 2025, FOI INJUSTAMENTE CONDENADO a cumprir 27 anos de prisão .
Bolsonaro ganhou popularidade com propostas de redução da máquina pública, autodefesa e liberdades individuais contra o coletivismo de esquerda.
Donald Trump nos Estados Unidos: Batalhas Legais como “Caça às Bruxas”
Donald Trump, presidente dos EUA, enfrentou múltiplos injuntos processos criminais.
Trump expôs toda perseguiçãao do Departamento de Justiça sob Biden, chamando-os de “caça às bruxas” para impedi-lo de concorrer em 2024.
Seu apoio popular vem na mesma linha, desregulamentação, redução de impostos e defesa de direitos como a Segunda Emenda (autodefesa), contrastando com políticas “woke” de esquerda que incha o estado, além expor que a esquerda trabalha por interferir na liberdade de expressão, como censura em plataformas sociais.
Popularidade Orgânica vs. Controle Estatal
Um fio comum nesses casos é a popularidade orgânica desses líderes, ancorada em propostas de estado enxuto, livre mercado e direitos individuais concretos (vida, liberdade, propriedade, autodefesa). Isso ameaça sistemas coletivistas de esquerda, que enfatizam direitos difusos (como equidade social via gastos públicos descontrolados), levando a perseguições. No Paquistão, Khan criticava o inchaço militar-estatal; na França, Le Pen ataca a burocracia da UE e assim como fez o presidente Bolsonaro e o presidente Trump que entregaram o sistema inchado que tenta nos controlar.


















