Após a chegada de aeronaves adicionais ao longo da noite, aproximadamente 14 aviões de reabastecimento aéreo da Força Aérea Americana estão atualmente posicionados no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Tel Aviv, Israel. Essa frota inclui cerca de 9 KC-46A Pegasus e 5 KC-135R/T Stratotankers.
Caso ocorra uma operação de ataques contra o Irã, esses aviões fornecerão suporte essencial ao grande contingente de caças F-22 Raptors que se encontram estacionados na Base Aérea de Ovda, no sul de Israel.
Confira o que os Estados Unidos enviaram para Israel (ou à região próxima, com foco em apoio direto a Israel) em preparação para uma possível ação militar contra o Irã.
1-Caças F-22 Raptors — Cerca de 11 a 12 aeronaves stealth de superioridade aérea foram enviadas para a Base Aérea de Ovda (sul de Israel). Essa é a primeira implantação operacional de caças de combate americanos em solo israelense para uma possível missão de guerra, visando defesa contra retaliações iranianas e suporte a operações ofensivas.
2-Aviões-tanque de reabastecimento aéreo — Aproximadamente 14 unidades no Aeroporto Ben Gurion (Tel Aviv), incluindo 9 KC-46A Pegasus (modelo mais moderno) e 5 KC-135R/T Stratotankers. Eles permitem estender o alcance de caças e bombardeiros para missões de longa distância, como potenciais ataques profundos no Irã.
3-Aviões de carga e suporte logístico — Vários C-17 Globemaster e outras aeronaves de transporte foram avistados em Ben Gurion, transportando equipamentos, pessoal e suprimentos para sustentar as operações.
4-Outros caças e aeronaves de apoio — Há menções a movimentações adicionais de F-35, F-15E e outros jatos na região mais ampla (como na Jordânia e Europa), mas o foco direto em Israel é nos F-22 e nos tanques em Ben Gurion.
5-Reforços navais indiretos — Embora não diretamente em Israel, o grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford (o maior do mundo) foi reposicionado para águas próximas (Mediterrâneo Oriental, perto de Israel/Creta), junto com destróieres equipados com mísseis Tomahawk. Isso complementa o grupo do USS Abraham Lincoln já na região, ampliando o poder de projeção aérea e de mísseis para apoiar aliados como Israel.
Essa concentração representa um dos maiores reforços militares americanos no Oriente Médio em décadas, comparável ao período anterior à invasão do Iraque em 2003, com foco em dissuasão e preparação para cenários envolvendo o Irã (nuclear, mísseis ou proxies).


















