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Avião do JUÍZO FINAL reaparece

“Avião do Fim do Mundo” E-4B Nightwatch reaparece em aeroporto civil após 51 Anos e desperta especulações sobre tensões globais

O famoso “avião do fim do mundo”, oficialmente designado E-4B Nightwatch pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), ganhou os holofotes novamente ao ser avistado estacionado no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX), na Califórnia.

A aparição, registrada em transmissões ao vivo de canais de aviação civil, é considerada rara e possivelmente a primeira amplamente divulgada em seus 51 anos de operação, rompendo o protocolo de discrição que marca a aeronave.

Conhecido popularmente como “Doomsday Plane” (avião do juízo final), o Boeing 747 modificado serve como um Centro Nacional de Operações Aéreas (NAOC) – uma verdadeira fortaleza voadora projetada para garantir a continuidade do comando e controle do governo americano em cenários de emergência extrema, como ataques nucleares, guerras em larga escala ou catástrofes que destruam infraestruturas terrestres.

A aeronave é blindada contra pulsos eletromagnéticos (EMP), equipada com sistemas de comunicação avançados e capaz de permanecer no ar por dias com reabastecimento em voo.

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A presença do E-4B em LAX foi capturada durante uma transmissão do canal Airline Videos Live em 9 de janeiro de 2026, gerando repercussão imediata nas redes sociais e na imprensa especializada.

Relatos indicam que o Secretário de Defesa Pete Hegseth estava a bordo durante parte do trajeto, que incluiu voos domésticos recentes, como de Offutt Air Force Base (Nebraska) para Joint Base Andrews (próximo a Washington, DC) em 6 de janeiro.

Embora a Força Aérea dos EUA não tenha divulgado explicações oficiais, especialistas destacam que movimentos do tipo fazem parte de treinamentos rotineiros, verificações de sistemas e manutenção de prontidão operacional.

No entanto, a visibilidade pública – algo incomum para uma aeronave que costuma operar em bases militares e evitar exposição civil – alimenta especulações sobre o nível de alerta da administração Trump em meio a tensões internacionais crescentes, incluindo ameaças no Oriente Médio (Irã), intervenções na América Latina (Venezuela) e disputas no Ártico.

O E-4B, em serviço desde a Guerra Fria, é mantido em estado de alerta constante, com pelo menos uma unidade sempre pronta para decolagem.

Sua aparição em aeroporto civil é interpretada por observadores como um sinal indireto de tensão extrema no cenário geopolítico, reforçando a percepção de que os EUA preparam-se para cenários de alto risco.

A Força Aérea opera quatro unidades do E-4B, e a visibilidade em LAX é vista como um dos eventos mais comentados da aviação militar em 2026 até o momento.

A aeronave está programada para ser substituída gradualmente pelo novo Survivable Airborne Operations Center (SAOC), mas continua sendo peça central da defesa nuclear americana.

VERSÃO RUSSA

O equivalente russo é o Ilyushin Il-80 (nome da OTAN: Maxdome), baseado no Ilyushin Il-86, que cumpre um papel similar como centro de comando voador para o governo russo durante emergências nucleares ou conflitos.

CHINA

A China não confirma oficialmente a existência de um avião idêntico ao E-4B ou Il-80 (por razões de sigilo militar), mas há fortes indícios e análises de especialistas de que o país já desenvolveu ou está desenvolvendo plataformas equivalentes para garantir a continuidade do comando nuclear em caso de ataque devastador ao território.

Baseado em relatos e imagens analisadas (incluindo de 2022 a 2025), a China modificou ou está modificando aeronaves como o Yun-20 (运-20) — seu grande avião de transporte estratégico — para criar um airborne command post nuclear. Isso inclui protuberâncias (bulges) no dorso e na barriga da aeronave para abrigar antenas de comunicação via satélite, sistemas de proteção contra pulso eletromagnético (EMP) e possivelmente longas antenas retráteis (como as de 1 km usadas para se comunicar com submarinos nucleares).

Há também menções a modificações em aviões como Boeing 737 ou Tu-204 para funções de comando aéreo e comunicação com submarinos (VLF/ELF para SSBNs).

Em 2025-2026, análises indicam que a China já possui capacidades semelhantes ou está muito próxima, especialmente para completar sua tríade nuclear (terra, mar e ar) com sobrevivência em cenário de “primeiro golpe”. Isso é essencial pela política de “não primeiro uso” — precisa sobreviver ao ataque inicial para retaliar.

Outros países

Reino Unido — Tem capacidades semelhantes de continuidade de governo em emergências nucleares, mas usa principalmente aeronaves modificadas (como VC-10 ou E-3 Sentry adaptados) e não um “doomsday plane” dedicado como o E-4B. Não é exatamente equivalente.

Índia — Possui tríade nuclear completa desde ~2018-2020, mas não há evidência clara de um airborne command post dedicado para “fim do mundo”. Foca mais em submarinos e mísseis terrestres.

Outros (França, Israel, Coreia do Norte, Paquistão etc.) — Nenhum tem um avião equivalente conhecido/publicamente. Geralmente dependem de bunkers terrestres, submarinos ou aviões de comando normais.

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