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BRB comprou R$ 1,5 bilhão em fundos da Reag mesmo após operação Carbono Oculto

Documentos revelam que o Banco de Brasília adquiriu ativos com estrutura de “fundo sobre fundo” semelhante à fraude investigada pela Polícia Federal, em operações feitas para trocar carteiras problemáticas do Credcesta

O Banco de Brasília (BRB) adquiriu R$ 1,5 bilhão em fundos administrados pela Reag após a Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, que investigou o uso desses mesmos fundos para lavagem de dinheiro pelo PCC, de acordo com a matéria do Metrópoles.

Fonte Demétrio Vecchioli, Isadora Teixeira do Metrópoles

De acordo com documentos exclusivos obtidos pelo Metrópoles, boa parte dos ativos comprados pelo BRB apresenta as mesmas características de “fundo sobre fundo” apontadas pela PF como parte do esquema fraudulento que levou à liquidação da Reag e do Banco Master em novembro de 2025.

As operações foram realizadas principalmente em 30 de setembro de 2025, com o objetivo de substituir carteiras fraudadas do Credcesta por ativos que tivessem aparência mais saudável nos balanços. Quatro compras principais ocorreram nessa data: R$ 350 milhões no FIP SH (relacionado à Stellcorp), R$ 300 milhões no FIP Trevi, R$ 315 milhões no FII Brazil Realty e R$ 350 milhões no Strelitzia FIP (Grupo Alife Nino).

Em 4 de novembro de 2025, o BRB aprovou mais uma compra de R$ 481 milhões, mesmo com a Reag já sob investigação e prestes a ser liquidada.

Pareceres internos do próprio BRB alertaram para o “risco elevado” e o “prazo exíguo” para análise dos ativos, mas as operações foram aprovadas mesmo assim.

Fonte: METRÓPOLES

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