Valdemar Costa Neto afirma que candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência é ‘viável e irreversível’
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, declarou que a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto nas eleições 2026 é considerada viável e irreversível. A afirmação foi feita em entrevista à CNN Brasil, reforçando o apoio do partido ao filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PL).
A declaração chega em um momento de consolidação do nome de Flávio no campo da direita. O próprio senador já havia sinalizado que sua decisão de concorrer “não tem volta”, como ele mesmo afirmou em ocasiões anteriores.
Valdemar destacou a força crescente do projeto, impulsionada por pesquisas recentes que mostram Flávio como o principal nome bolsonarista no primeiro turno.
As recentes pesquisa Genial/Quaest indicam crescimento do senador, que herda a maior parte do eleitorado do pai.
Flávio Bolsonaro tem buscado superar resistências, pedindo união no campo conservador.
Em postagem nas redes sociais no dia 17 de janeiro, ele escreveu: “Todos nós que queremos um Brasil melhor temos que ter muita sabedoria e união para vencer o partido das trevas. A gente precisa praticar aquilo que prega: como vamos unir o Brasil se não conseguimos unir a direita antes?”.
No mesmo texto, o senador mencionou nomes chave para a convergência: “Não caiam em pilha errada. O Tarcísio é um aliado fundamental. A Michelle tem um papel importantíssimo”, referindo-se à Michelle Bolsonaro (PL) e ao governador paulista.
A posição de Valdemar Costa Neto fortalece a narrativa de continuidade do bolsonarismo rumo às eleições presidenciais 2026, mas o desafio permanece na construção de uma frente ampla na direita.
Até o momento, Michelle Bolsonaro não declarou apoio explícito a qualquer nome, embora gestos recentes — como o compartilhamento de conteúdo de Tarcísio — gerem interpretações variadas entre aliados.
A corrida para 2026 segue aquecida, com o PL apostando na força familiar e no legado político de Jair Bolsonaro para mobilizar bases e superar divisões internas no campo oposicionista.


















