Valores sobem para até R$ 81,05 em atividades gerais e até R$ 200,52 para caminhoneiros; Aumento garante benefícios previdenciários
A contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) sofreu reajuste a partir deste mês de janeiro, acompanhando a elevação do salário mínimo para R$ 1.621.
O valor base, que representa 5% do mínimo nacional, passa de R$ 75,90 para R$ 81,05 na maioria das categorias.
Para MEIs enquadrados em comércio ou indústria (sujeitos ao ICMS), há um acréscimo fixo de R$ 1 no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
Já aqueles que prestam serviços (sujeitos ao ISSQN) pagam R$ 5 adicionais por mês.
Os MEI caminhoneiros, com alíquota diferenciada de 12%, enfrentam valores mais elevados: entre R$ 194,52 e R$ 200,52, variando conforme o tipo de carga transportada e o destino das operações.
Motivo do reajuste e benefícios mantidos
O aumento é diretamente ligado ao novo patamar do salário mínimo, vigente desde 1º de janeiro de 2026.
Apesar da elevação nos custos, o recolhimento mensal continua garantindo acesso aos principais direitos previdenciários do INSS, incluindo aposentadoria por idade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão.
Como emitir e pagar o boleto
Os microempreendedores podem gerar o boleto DAS pelo Portal do Simples Nacional ou pelo aplicativo oficial App MEI, disponível para smartphones.
O pagamento em dia evita multas e mantém a regularidade cadastral.
Esse reajuste anual impacta milhões de microempreendedores individuais no Brasil, reforçando a importância de planejamento financeiro para manutenção dos benefícios sociais e conformidade fiscal em 2026.
Especialistas recomendam consultar o Portal do Empreendedor para orientações personalizadas sobre enquadramento e obrigações.


















