Correios planejam venda de imóveis para arrecadar R$ 2 bilhões e cobrir rombo financeiro
Os Correios anunciaram estratégia para mitigar seu rombo financeiro por meio da venda de imóveis da companhia. A estatal prevê arrecadar cerca de R$ 2 bilhões com a alienação de ativos imobiliários não essenciais, como terrenos, prédios e galpões em diversas regiões do país.
A iniciativa faz parte do plano de recuperação econômica aprovado pela diretoria e pelo Ministério das Comunicações, que busca equilibrar as contas após prejuízos acumulados nos últimos anos.
A venda será realizada por meio de leilões públicos ou negociações diretas, com prioridade para imóveis ociosos ou subutilizados.
A expectativa é que o processo gere recursos para abater dívidas, investir em modernização logística e fortalecer a operação postal, que enfrenta concorrência intensa de empresas privadas de e-commerce e logística.
A medida ocorre em contexto de pressão por sustentabilidade financeira dos Correios, que registraram prejuízo bilionário em anos anteriores devido a déficits previdenciários, custos operacionais elevados e queda no volume de cartas.
A arrecadação com imóveis representa uma das principais ações de curto prazo para reduzir o endividamento e evitar novas aportes do Tesouro Nacional.


















