Senador do PL-RJ critica comemoração de parlamentares petistas pelo fim da comissão e afirma que lulistas preferem blindar envolvidos em fraudes contra idosos em vez de defender o cidadão
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a base aliada ao governo Lula pela forma como comemorou o encerramento da CPMI do INSS, que investigou fraudes e descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
Confira a postagem de Flávio Bolsonaro:

A CPMI do INSS encerrou seus trabalhos sem a aprovação de um relatório final após sete meses de investigações.
O relator, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL, agora filiado ao PL), apresentou um texto que pedia o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo nomes ligados ao governo atual. A base governista rejeitou o relatório e tentou aprovar uma versão alternativa, que indiciava o ex-presidente Jair Bolsonaro e o próprio senador Flávio Bolsonaro.
O fim da comissão, marcado por bate-bocas e acusações mútuas de obstrução, gerou celebrações entre parlamentares da base aliada. Flávio Bolsonaro interpretou essa postura como uma tentativa de acobertar irregularidades em detrimento dos aposentados prejudicados pelas fraudes.
A declaração do senador reforça a narrativa da oposição de que a CPMI foi encerrada de forma artificial para proteger interesses do governo Lula, especialmente após o STF ter derrubado uma liminar que permitia a prorrogação dos trabalhos.


















