Home / Geopolítica / Flávio Bolsonaro comemora captura de Maduro

Flávio Bolsonaro comemora captura de Maduro

“Nenhuma Ditadura é Eterna”, diz Flávio Bolsonaro após Operação Militar dos EUA na Venezuela

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República indicado por seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, reagiu no sábado, 3 de janeiro de 2026, à operação militar americana que resultou na prisão de Nicolás Maduro.

Em publicação nas redes sociais, Flávio celebrou o fim do regime venezuelano, afirmando que “nenhuma ditadura é eterna” e que “ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade”.

“A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países.”

Flávio destacou a crise humanitária causada pelo chavismo:

“O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver. Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.”

“Nada disso foi acaso. É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança.”

O senador concluiu otimista: a Venezuela “voltará a ser livre”.

Seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos Estados Unidos, também apoiou a ação militar liderada por Donald Trump, criticando o petista Lula da Silva.

Eduardo classificou a operação como uma derrota para a esquerda: “O pacifismo cínico é sempre a fantasia dos que praticam o terror, escravizando o seu povo em nome da soberania ou pretensa estabilidade”.

As declarações contrastam com a posição do governo brasileiro, que condenou os bombardeios americanos. Lula afirmou que “os bombardeios ultrapassam uma linha inaceitável”.

A reação de Flávio Bolsonaro reforça o alinhamento da direita brasileira com a política externa de Trump, em meio à crise geopolítica na América Latina. 

Marcado:

Sign Up For Daily Newsletter

Stay updated with our weekly newsletter. Subscribe now to never miss an update!

I have read and agree to the terms & conditions

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *