Decisão judicial exige que autoridades americanas revelem documentos relacionados ao ex-assessor de Jair Bolsonaro e identifiquem responsáveis por suposta inserção falsa em registros
Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que o governo americano forneça transparência total em documentos envolvendo Filipe Martins, ex-assessor internacional do presidente Jair Bolsonaro (PL), e revele os nomes dos responsáveis por uma suposta inserção falsa em registros oficiais.
A ordem judicial, proferida em processo de acesso à informação (FOIA) movido por veículos de imprensa e entidades de transparência, obriga o Departamento de Justiça, o FBI e outras agências a divulgar integralmente os arquivos relacionados a Martins — incluindo relatórios de inteligência, comunicações diplomáticas e eventuais registros de entrada/saída nos EUA — e identificar quem inseriu ou alterou informações de forma indevida.
O magistrado destacou a necessidade de accountability: “O governo dos EUA deve dar transparência a documentos envolvendo Filipe Martins e revelar os nomes dos responsáveis pela inserção falsa.”
Documentos americanos já foram compartilhados em cooperação internacional, mas partes permaneciam sigilosas ou com redações, gerando questionamentos sobre possíveis manipulações ou omissões.


















