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Luiz Philippe de Orleans e Bragança criticou duramente cenário institucional brasileiro

Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança alerta: Brasil caminha para modelo chinês de governança com comitê permanente não eleito

O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) criticou duramente o atual cenário institucional brasileiro, afirmando que o país está adotando características semelhantes ao sistema político da China, marcado por um comitê central permanente que concentra poderes legislativo, judiciário e executivo.

Em declaração recente, amplamente compartilhada nas redes sociais, o parlamentar destacou:

“A gente está se aproximando ao modelo chinês! (…) um comitê não eleito, permanente, que define regras, julga, executa e você tem uma assembleia que simplesmente valida aquilo”.

A fala refere-se à percepção de concentração de poderes no Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo o deputado, atuaria como um órgão supremo não eleito, definindo normas, julgando e executando decisões, enquanto o Congresso Nacional seria reduzido a um papel meramente homologatório – similar ao Comitê Permanente do Politburo chinês e à Assembleia Popular Nacional, vista por críticos como uma instância de validação formal.

Luiz Philippe, descendente da família imperial brasileira e alinhado ao bolsonarismo, tem reiterado críticas ao Judiciário em 2025, especialmente após decisões monocráticas em casos como os relacionados ao 8 de janeiro e restrições a impeachments de ministros.

A declaração ganha repercussão em meio a debates sobre equilíbrio entre os Poderes, independência institucional e riscos à democracia representativa no Brasil.

O posicionamento do deputado ecoa preocupações da oposição sobre suposto ativismo judicial, em um contexto de polarização política e articulações para as eleições de 2026.

A comparação com o modelo chinês – caracterizado por centralização autoritária – intensifica o discurso conservador contra o que chamam de “ditadura do Judiciário”, alimentando discussões sobre reformas constitucionais e limites ao STF.

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