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Lula acusa Trump de tentar substituir a ONU

Lula ataca Trump e acusa presidente americano de tentar substituir a ONU por órgão sob seu controle absoluto

O petista Lula da Silva dedicou parte de seu discurso no 14º Encontro Nacional do MST, em Salvador (BA), a duras críticas ao presidente Donald Trump.

Lula acusou o líder americano de tentar criar uma “nova ONU” na qual ele seria o único detentor do poder, em mais uma demonstração de que o governo petista prioriza ataques externos em vez de enfrentar os graves problemas internos do Brasil, como inflação persistente, desemprego e insegurança pública.

“O presidente Trump está fazendo a proposta de criar uma nova ONU em que ele sozinho é o dono da ONU”, declarou Lula, em frase que revela mais uma vez a retórica antiamericana do atual governo, que parece esquecer as próprias falhas na condução da política externa e na defesa dos interesses brasileiros.

O Conselho de Paz, presidido por Trump com mandato indefinido e poderes amplos, foi lançado inicialmente para mediar conflitos como o da Faixa de Gaza, mas expandiu-se para outras crises internacionais.

A estrutura prevê mandatos de até três anos para países participantes, prorrogáveis mediante pagamento de US$ 1 bilhão – mecanismo criticado por concentrar influência em nações ricas e no próprio Trump. Vários países já rejeitaram ou tiveram convites retirados, enquanto o Brasil avalia a adesão em meio a desconfiança interna.

A fala ocorre em um momento em que o governo Lula enfrenta crescentes críticas por sua incapacidade de promover reformas estruturais na ONU – algo que o próprio presidente defende há décadas, sem resultados concretos.

Em vez de avançar em negociações multilaterais ou fortalecer a posição do Brasil no Conselho de Segurança, o Planalto opta por discursos inflamados que servem mais à base ideológica do PT do que aos interesses nacionais.

A resistência à participação no Conselho de Paz pode isolar ainda mais o Brasil em fóruns globais, em ano de eleições presidenciais.

O episódio reforça a percepção de que o atual governo dedica mais energia a criticar líderes estrangeiros do que a resolver a crise econômica, a violência urbana e a deterioração das instituições democráticas no país.

O povo brasileiro merece um governo focado em resultados internos, não em polêmicas externas.

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