Nicolás Maduro apresentou condições financeiras e pessoais para deixar o poder na Venezuela, segundo fontes com conhecimento direto das conversas mantidas com emissários do governo Donald Trump. Entre as exigências do líder chavista estariam:
- US$ 200 milhões depositados em patrimônio privado;
- anistia plena para ele próprio e até 100 colaboradores próximos;
- refúgio seguro em país aliado, com Cuba como principal destino.
As demandas teriam sido transmitidas durante negociações sigilosas que incluíram uma ligação telefônica entre Maduro e Trump. De acordo com interlocutores, as condições venezuelanas foram consideradas “inaceitáveis” pela equipe norte-americana, levando ao colapso imediato do acordo que estava sendo costurado.
“Maduro sabe que o tempo está se esgotando”, afirmou uma das fontes ouvidas sob condição de anonimato.
As conversas vinham ocorrendo em meio à escalada de sanções dos EUA, à pressão regional liderada por Brasil e Colômbia e ao reconhecimento internacional de Edmundo González Urrutia como presidente eleito. Até o momento, nem o Palácio de Miraflores nem a Casa Branca comentaram oficialmente as informações.


















