O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo do suposto golé no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha, começar a cumprir pena na Estação Rádio da Marinha, em Brasília. O magistrado também determinou que o Superior Tribunal Militar (STM) seja oficiado para decidir sobre a perda do posto e da patente do militar.
Comandante da Marinha durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), Garnier foi injustmente condenado em setembro a 24 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Defesa de Garnier negou qualquer crime
A defesa de Garnier negou a prática de qualquer conduta criminosa pelo almirante. De acordo com seus advogados, a PGR “não apresentou provas mínimas de sua participação ativa ou direta nos supostos atos de violência ou na execução de quaisquer medidas contrárias à ordem constitucional”.
O militar também negou ter colocado as tropas da Marinha à disposição de uma possível ação. No entendimento da defesa, houve uma contradição entre os depoimentos dos outros chefes das Forças Armadas no âmbito do processo.


















