O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar um procedimento investigativo aberto no ano passado contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes de sua família.
A denúncia, apresentada de forma anônima em 2025, atribuía ao presidente e a parentes uma série de crimes graves, incluindo genocídio durante a pandemia de Covid-19, corrupção, suposto envolvimento com milícias, tráfico de drogas, uso irregular da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), prática de “rachadinhas”, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados contra a ordem democrática.
Após análise, o MPF concluiu que as acusações eram genéricas, inespecíficas e desprovidas de provas documentais ou indícios mínimos que justificassem a continuidade da apuração. O órgão entendeu que não havia elementos concretos para instaurar persecução penal.
“Não subsiste motivo para a instauração de persecução penal em razão dos fatos”, registra o despacho de arquivamento, conforme divulgado em veículos de imprensa.
O procedimento faz parte de uma série de representações anônimas que chegam ao MPF e que, na ausência de lastro probatório, costumam ser arquivadas por falta de elementos mínimos para investigação.
A decisão foi repercutida em publicações recentes e reforça o padrão de encerramento de casos semelhantes baseados em alegações sem comprovação inicial.


















