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Navios de guerra fecham sul do Caribe

Formação Naval dos EUA no Sul do Caribe: Operação Southern Spear em Pleno Escalonamento

Em meio a uma das maiores concentrações de forças navais americanas na região desde a Guerra Fria, a Marinha dos Estados Unidos mantém uma presença imponente no sul do Caribe, ancorada pela Operação Southern Spear. 

Lançada em novembro pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth, a operação visa combater o narcoterrorismo, com foco em cartéis ligados ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela, incluindo o suposto Cartel de los Soles. 

A escalada inclui ataques aéreos a embarcações de tráfico desde setembro, resultando em mais de 80 mortes, e agora envolve cerca de 25% da frota de superfície implantada dos EUA – aproximadamente uma dúzia de navios de guerra, um submarino nuclear e mais de 12 mil marinheiros e fuzileiros navais.

A formação atual, atualizada com base em relatórios do Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) e trackers navais como o da US Naval Institute (USNI News), concentra-se em águas internacionais próximas à costa venezuelana, com exercícios de tiro real, patrulhas com sistemas autônomos e integração de drones. 

O grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford (CVN-78) lidera a força, tendo chegado à região em 16 de novembro após transitar pelo Estreito de Anegada. Essa implantação representa o maior destacamento naval americano no Caribe desde a invasão do Panamá em 1989.

Trump diz que a Venezuela não se trata de uma campanha de pressão

“Não se trata de uma campanha de pressão, acho que vai muito além disso. Mas conversei brevemente com [Maduro] e apenas lhe contei algumas coisas. Veremos o que acontece”

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