Trump e Netanyahu prometem continuidade por dias até que o povo iraniano tenha condições para derrubar o que restou do regime.
Explosões intensas e colunas de fumaça voltaram a dominar o céu do centro da capital iraniana nesta manhã de domingo (1º de março de 2026), com a Força Aérea de Israel lançando uma nova onda de bombardeios coordenados com os Estados Unidos, na continuidade da Operação Fúria Épica (EUA) / Leão Rugidor (Israel).
Testemunhas e mídia estatal iraniana relatam fortes ataques aéreos no coração de Teerã, incluindo áreas próximas a instalações governamentais e militares, gerando sirenes, pânico e interrupções no tráfego. Vídeos que circulam nas redes mostram impactos precisos seguidos de detonações secundárias, em meio a relatos de danos em prédios e infraestrutura.
O presidente Donald Trump reiterou em declarações que a campanha “pesada e precisa” prosseguirá “ininterruptamente ao longo da semana ou pelo tempo necessário”, visando obliterar capacidades militares remanescentes e abrir espaço para que o povo iraniano “assuma o governo”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reforçou que a ação conjunta busca “libertar o valente povo iraniano da tirania”, incentivando uma transição interna após a eliminação do aiatolá Ali Khamenei e outros líderes.
O Irã respondeu com novas barragens de mísseis contra Israel (incluindo Tel Aviv e Jerusalém), causando interceptações e sirenes, enquanto promete “maior ação de represália” da história da República Islâmica. Analistas apontam que a decapitação da liderança e os danos acumulados aceleram divisões internas, com celebrações em ruas por opositores contrastando com repressão residual.
A escalada entra no segundo dia pleno, com monitoramento global para evitar propagação maior no Oriente Médio.


















