Nações Confirmam Participação no Conselho de Paz para Gaza Sob Convite de Trump
Em um avanço significativo para a estabilidade no Oriente Médio, países anunciaram sua adesão ao Conselho de Paz para Gaza, uma iniciativa proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A medida visa fortalecer esforços internacionais para resolver o conflito na região, com foco em um cessar-fogo duradouro e na reconstrução da área afetada.
Os chanceleres do Paquistão, Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita e Catar aceitaram o convite dirigido aos seus líderes pelo mandatário americano.
Em um comunicado conjunto, eles destacaram que cada nação procederá com a assinatura dos documentos de adesão conforme suas normas jurídicas internas.
– O objetivo é consolidar um cessar-fogo permanente, apoiar a reconstrução de Gaza e promover uma paz justa e duradoura baseada no direito dos palestinos à autodeterminação e à soberania, de acordo com o direito internacional – acrescentou a nota oficial.
Essa adesão coletiva representa um passo importante na diplomacia global, especialmente considerando o contexto de tensões prolongadas na Faixa de Gaza.
A proposta de Trump busca unir forças regionais e internacionais para garantir a segurança e o desenvolvimento sustentável na zona.
Enquanto isso, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, expressou em entrevista à emissora pública RAI que Roma está “interessada” no plano de paz para Gaza, mas enfatizou que a Itália não pode se unir de imediato por conta de limitações constitucionais. Já o presidente francês, Emmanuel Macron, optou por declinar o convite, conforme relatos recentes.
Essa notícia chega em um momento crucial para a política internacional, com o Conselho de Paz para Gaza ganhando tração entre nações árabes e muçulmanas. A
nalistas apontam que a participação desses países pode acelerar negociações e atrair mais aliados, promovendo uma solução equilibrada para o conflito Israel-Palestina.
De acordo com fontes atualizadas até janeiro de 2026, não há contestações à veracidade dessa adesão, confirmada por comunicados oficiais e coberturas jornalísticas independentes.
O foco agora se volta para os próximos passos, incluindo possíveis expansões do conselho e impactos na reconstrução de Gaza.


















