Ataques coordenados visaram liderança, instalações nucleares e mísseis; Trump confirma morte do aiatolá Ali Khamenei em strikes precisos
Neste sábado (28 de fevereiro de 2026), Estados Unidos e Israel lançaram uma operação militar conjunta de grande escala contra o Irã, marcando uma das maiores escaladas no Oriente Médio em décadas.
Batizada de Operation Epic Fury (Fúria Épica) pelo Pentágono (EUA) e Roaring Lion (ou “Rugido do Leão”) pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), a campanha envolveu coordenação total entre as forças armadas dos dois países, com lançamentos de mísseis de cruzeiro Tomahawk de navios da Marinha dos EUA no Golfo, caças F-35 e F-15 decolando de bases regionais (incluindo porta-aviões no Mediterrâneo e Golfo) e drones de ataque de longo alcance.
A operação começou por volta das 1:15 a.m. (horário do leste dos EUA), com ondas iniciais de strikes aéreos e de precisão contra alvos estratégicos. O presidente Donald Trump anunciou “major combat operations” (
grandes operações de combate) em vídeo no Truth Social, afirmando que os objetivos eram destruir o programa nuclear remanescente, arrasar a indústria de mísseis balísticos, degradar redes de proxies e “aniquilar” a marinha iraniana, além de incentivar regime change interno.

Principais alvos atingidos no Irã (confirmados por CENTCOM, IDF e fontes israelenses):
- Complexo residencial e de comando do líder supremo Aiatolá Ali Khamenei em Teerã – destruído em strike preciso; Trump confirmou a morte do aiatolá, chamando-o de “uma das pessoas mais perversas da história”, e fontes israelenses relataram corpo encontrado e foto obtida. Israel afirmou “muitas indicações” de que Khamenei “não está mais entre nós”, com anúncio oficial em preparação. Teerã nega, alegando que o líder está “safe and sound” ou em local seguro.
- Instalações nucleares remanescentes (Fordow, Natanz, Isfahan) – alvos prioritários para eliminar capacidade de enriquecimento e armas nucleares.
- Depósitos e sítios de lançamento de mísseis balísticos – incluindo unidades móveis da Guarda Revolucionária (IRGC) em Karaj e Kermanshah.
- Centros de comando e controle da IRGC em Teerã, Qom e outras províncias.
- Bases aéreas militares, defesas antiaéreas e instalações navais.
A operação envolveu centenas de sorties, mísseis de cruzeiro e “low-cost one-way attack drones”, com “full synchronization” entre as forças. O ministro da Defesa israelense e o premier Netanyahu destacaram planejamento de meses, com data decidida semanas antes. Trump monitorou de Mar-a-Lago, afirmando que os ataques continuarão com “bombardeio pesado” ao longo da semana.
O Irã retaliou com Operação True Promise IV (ou similar), lançando mísseis balísticos e drones contra Israel e bases dos EUA no Golfo, causando interceptações e danos colaterais.
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, foi morto durante os ataques aéreos coordenados por Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo confirmações de fontes israelenses e do presidente Donald Trump.
Trump anunciou em postagem no Truth Social: “Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”. Ele descreveu o fato como “justiça” para vítimas do regime iraniano e “a maior chance” para o povo iraniano retomar o controle do país, com bombardeios pesados continuando “sem interrupção” pela semana.

Fontes israelenses de alto escalão (Reuters, AP, Fox News) afirmam que o corpo de Khamenei foi encontrado após strike preciso no complexo residencial e de comando em Teerã, parte da Operação Fúria Épica / Leão Rugidor. Netanyahu destacou “muitos sinais” de que o “tirano não existe mais”, com eliminação de comandantes da Guarda Revolucionária e figuras nucleares.
Analistas veem a morte confirmada de Khamenei (por fontes ocidentais e israelenses) como golpe devastador ao regime, podendo acelerar instabilidade interna – com relatos de celebrações nas ruas por opositores.
A situação permanece em desenvolvimento rápido, com espaços aéreos fechados, alertas de segurança e risco de prolongamento do conflito no Oriente Médio.

















