Alexandre de Moraes autorizou, em 24 de março, domiciliar para o presidente Jair Bolsonaro (PL), 71 anos, e determinou medidas cautelares mais rígidas do que as que foram impostas ao ex-presidente Fernando Collor de Mello, 76 anos, em maio de 2025, sobretudo sobre comunicação e visitas.
A domiciliar liberada a Bolsonaro tem prazo inicial de 90 dias, com reavaliação posterior, diferentemente da de Collor, que é por tempo ilimitado.
A medida determinada por Moraes conta com medidas cautelares como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de celular e redes sociais e vedação de comunicação direta ou por intermédio de terceiros. Também há limitação de visitas e restrições a aglomerações nas proximidades da residência.
Confira as diferenças :


















