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PF aprofunda investigações sobre ligação entre Lulinha e Careca do INSS

PF apura suspeitas de sociedade oculta entre filho de Lula e operador de fraudes no INSS

A Polícia Federal (PF) está aprofundando investigações sobre possíveis ligações entre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do petista Lula da Silva, e Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”.

Esse empresário é apontado como o principal articulador de um esquema bilionário de descontos irregulares em benefícios previdenciários de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com relatórios enviados pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF), o nome de Lulinha surgiu em pelo menos três conjuntos de evidências coletadas durante a Operação Sem Desconto, deflagrada para combater fraudes no INSS.

Os investigadores analisam se ele atuou como “sócio oculto” de Antunes em entidades suspeitas de realizar cobranças indevidas em aposentadorias.

Entre os indícios, destacam-se mensagens sobre entregas de encomendas a um apartamento alugado por Lulinha, referências a uma possível “mesada” e viagens conjuntas para Portugal. 

Antunes, o “Careca do INSS”, permanece preso desde setembro de 2024 e é considerado o pivô do esquema que desviou recursos de beneficiários vulneráveis do sistema previdenciário.

A operação já identificou descontos ilegais que afetaram milhares de aposentados, com valores que podem chegar a bilhões de reais.

A PF ressalta que, até o momento, as menções em diálogos e documentos apreendidos justificam a apuração detalhada. 

Procurada, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva negou qualquer envolvimento com o INSS ou com Antunes, classificando as referências como “ilações” sem fundamento.

O advogado enfatizou que Lulinha nunca manteve sociedade ou negócios com o investigado e que não há processo formal contra ele.

Enquanto isso, Lulinha planeja retornar a Madri, na Espanha, em meio ao avanço das averiguações da PF. 

Essa investigação ganha relevância no contexto de esforços para combater corrupção no setor público, especialmente em áreas sensíveis como a previdência social.

O STF, sob relatoria do ministro André Mendonça, acompanha o andamento para garantir o cumprimento de protocolos legais.

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