Hoje 26/11, 09h da manhã, o presidente do Banco Central do Brasil, não teve um bom dia. Fechou a agenda e teve que dar atenção total, tudo para atender uma pressão internacional de peso.
Dentro da Sala, três pesos-pesados dos EUA que não pisam aqui pra tomar café. Gabriel Escobar – Embaixador interino (o cara que assume quando a situação aperta) Luke Durkin – Assessor econômico sênior (especialista em risco financeiro e sanções). Norman Galimba – Chefe da seção econômica (o homem que cheira instabilidade a quilômetros)
Os enviados de Trump não fazem visita para tomar um cafézinho. Eles aparecem quando Washington já tem dossiê na mesa e quer respostas NA HORA. Agora ficam as pergunta que não querem calar: Por que exatamente AGORA, 48h depois da prisão de Bolsonaro? Por que no Banco Central e não no Itamaraty? Por que sigilo total, sem nota oficial, sem foto, sem nada?
Quem conhece Washington sabe: quando essa equipe senta com o BC, é porque alguém lá fora já está atualizando a lista de quem pode acordar com conta congelada e visto cancelado. Magnitsky não é brincadeira.
O governo cala. A imprensa abafa.
Mas o recado americano já chegou. E chegou com força, chegou no bolso do estamento brasileiro.
Confira a agenda do presidente do Banco Central:
Confira o que mídia d regime vem alertando:
Fonte: https://x.com/denise_mury/status/1993658289796579602?s=20


















