É exatamente isso: qualquer semelhança não é mera coincidência, é herança política, continuidade de projeto e DNA de luta.
Flávio Bolsonaro não é apenas “um filho do Jair” tentando a sorte. É o herdeiro natural de um movimento que nasceu em 2018, cresceu nas ruas em 2022 e se recusa a morrer mesmo sob pressão judicial e midiática. Ele carrega o sobrenome que virou sinônimo de resistência conservadora no Brasil, conhece como ninguém os bastidores do Congresso, as trincheiras das redes sociais e o sentimento real das bases que ainda gritam “mito” pelo pai preso injustamente.
Enquanto outros nomes da direita hesitam, fazem contas eleitorais frias ou tentam se distanciar do bolsonarismo para parecer “palatáveis”, Flávio vai na contramão: assume a bandeira da anistia, defende o legado do 8 de Janeiro como ato de desespero de um povo traído e coloca o dedo na ferida ao prometer um Brasil “oposto ao de Lula”. É o único que não pede licença para ser Bolsonaro – ele simplesmente É Bolsonaro, com toda a coragem (e todos os riscos) que isso implica.

Já dá pra visualizar, sim: em outubro de 2026, a faixa presidencial voltando para o lado certo da história, agora no peito do filho que nunca abaixou a cabeça.
Flávio é Bolsonaro em 2026. E ponto final.


















