Irã lança mísseis e drones contra bases americanas após mega-ataque EUA-Israel; destroços causam danos não intencionais em Dubai, Abu Dhabi e outras cidades, ampliando crise regional
A retaliação do Irã aos ataques coordenados por Estados Unidos e Israel neste sábado (28 de fevereiro de 2026) expandiu o conflito para além dos alvos militares, com destroços de mísseis interceptados e possíveis falhas de precisão atingindo áreas civis em países vizinhos que não eram alvos diretos.

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) confirmou barragens de mísseis balísticos e drones kamikaze (incluindo Shahed) contra Israel e bases americanas no Golfo, afirmando que “esta operação continuará implacavelmente até que o inimigo seja decisivamente derrotado”.
O início do conflito ocorreu com a “Operation Epic Fury” (EUA) / “Roaring Lion” (Israel), uma ofensiva massiva contra instalações nucleares, depósitos de mísseis, centros de comando da IRGC e possivelmente o complexo do líder supremo Ali Khamenei em Teerã, Isfahan, Karaj e outras províncias.
O presidente Donald Trump anunciou “major combat operations” para eliminar ameaças iminentes, destruir capacidades nucleares e de mísseis, e incentivar mudança de regime, com mais de 200 mortes reportadas no Irã (incluindo civis, segundo Cruz Vermelha iraniana).
Em resposta, o Irã ativou retaliações contra “todas as bases americanas na região” e Israel. Embora a maioria dos projéteis tenha sido interceptada por sistemas como Patriot, Arrow e defesas locais, destroços caíram em zonas residenciais e civis, causando incêndios, feridos e pelo menos uma morte confirmada.
Países atingidos diretamente (bases militares como alvos principais):
- Israel — Barragens de cerca de 150 mísseis balísticos e drones; interceptações em Tel Aviv, Jerusalém e outras áreas; danos limitados.
- Catar — Al Udeid Air Base (maior base aérea dos EUA no Oriente Médio); explosões e sirenes em Doha.
- Bahrein — 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama; edifícios residenciais danificados por drones e debris de interceptações.
- Emirados Árabes Unidos (EAU) — Al Dhafra Air Base; interceptações em Dubai e Abu Dhabi.
- Kuwait — Ali Al Salem Air Base; feridos por estilhaços.
- Jordânia — Muwaffaq Salti Air Base; interceptações reportadas.
- Arábia Saudita — Riyadh e Província Oriental; mísseis interceptados.
- Iraque — Bases perto de Erbil; explosões reportadas.
Países vizinhos atingidos por destroços ou impactos não intencionais (não alvos diretos, mas afetados por debris de interceptações ou falhas):
- Emirados Árabes Unidos (EAU) – Áreas civis em Dubai e Abu Dhabi — Destroços de mísseis interceptados causaram incêndio no Fairmont The Palm hotel (Palm Jumeirah), com quatro feridos e fumaça densa; explosão em prédio residencial de luxo na Palm Jumeirah; em Abu Dhabi, shrapnel matou um civil (nacional paquistanês expatriado) e causou danos materiais em zona residencial. Autoridades confirmaram interceptações, mas debris caiu em áreas não militares.
- Bahrein – Áreas residenciais em Manama e Muharraq — Três edifícios residenciais danificados por “drone attacks and falling debris from an intercepted missile”, incluindo chamas em torre residencial (The Breaker); vídeos mostram explosão em prédio alto.
- Outros relatos — Possíveis debris em Kuwait e Qatar (perto de bases, mas com risco civil); voos suspensos em Dubai e Abu Dhabi devido a interceptações e fallout.
A escalada interrompeu voos (espaços aéreos fechados em UAE, Bahrein, Qatar etc.), afetou rotas de petróleo (Estreito de Ormuz sob ameaça) e gerou pânico civil.
A situação evolui rapidamente, com monitoramento da ONU e potências globais para conter a propagação no Oriente Médio.


















