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Trump Lança Conselho de Paz em Davos, Confira quem aderiu

Trump Lança Conselho de Paz em Davos: 22 Países Confirmam Participação no Novo Órgão para Gaza e Conflitos Globais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou oficialmente o lançamento do Conselho de Paz (Board of Peace) durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026).

A iniciativa, inicialmente focada na supervisão da transição de poder e reconstrução na Faixa de Gaza, agora ganha contornos mais amplos para debater e resolver conflitos em diversas regiões do mundo.

Saiba quais países aceitaram participar do Conselho de Paz de Trump:

Até agora, 35 países concordaram em participar, dos mais de 50 convites enviados. Apesar disso, houve um anúncio oficial de apenas 22.

Veja os 22 países que anunciaram publicamente a participação e também através de reportagens da imprensa internacional:

1-Arábia Saudita
2-Argentina
3-Armênia
4-Azerbaijão
5-Bahrein
6-Belarus
7-Catar
8-Cazaquistão
9-Egito
10-Emirados Árabes Unidos
11-Hungria
12-Indonésia
13-Israel
14-Jordânia
15-Kosovo
16-Kuwait
17-Marrocos
18-Paraguai
19-Paquistão
20-Turquia
21-Uzbequistão
22-Vietnã

Assista:

Em cerimônia que reuniu líderes e representantes internacionais, Trump assinou a carta fundadora ao lado de delegações de vários países. Dos mais de 50 convites enviados, cerca de 35 nações já manifestaram concordância em participar, mas 22 países foram anunciados publicamente ou confirmados por meio de reportagens e declarações oficiais até o momento.

A lista inclui nações do Oriente Médio, Ásia, Europa Oriental, América Latina e outras regiões: Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Paquistão, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

Trump destacou o entusiasmo pela adesão durante o evento:

– Este é um dia muito emocionante, que levou muito tempo para ser concretizado. Muitos países acabaram de receber o aviso e todos querem participar. Trabalharemos com muitos outros, incluindo as Nações Unidas.

A proposta gerou controvérsias na comunidade internacional, com temores de que o conselho se torne uma espécie de “ONU paralela”, potencialmente enfraquecendo o papel da Organização das Nações Unidas.

Documentos revelados pela Reuters indicam que Trump teria mandato vitalício como presidente do órgão, com controle sobre os recursos. Países interessados em assento permanente precisariam contribuir com US$ 1 bilhão, mas ainda não há clareza sobre o destino exato desses fundos – se para reconstrução de Gaza ou outras finalidades.

Países como Rússia (Vladimir Putin) e China (Xi Jinping) receberam convites, mas não confirmaram participação. Nações europeias tradicionais, incluindo França, Alemanha, Reino Unido e Itália, optaram por se manter à distância ou declinaram.

O Brasil, convidado diretamente ao petista Lula da Silva, adia a resposta oficial, avaliando objetivos, custos, impactos diplomáticos e alinhamentos no Brics.

O conselho surge como parte da estratégia de Trump para o Oriente Médio pós-conflito em Gaza, com ênfase em desmilitarização, governança adequada e reconstrução.

Apesar das críticas, o lançamento em Davos marca um avanço na diplomacia alternativa promovida pela administração americana, atraindo especialmente aliados no Golfo Pérsico, nações muçulmanas e governos com relações pessoais fortes com Trump.

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