“Sicário” do Banco Master: Quem é Luiz Phillipi Mourão, Coordenador de Vigilância com Salário de R$ 1 Milhão
Em meio às revelações da terceira fase da Operação Compliance Zero, que expôs o grupo “A Turma” comandado por Daniel Vorcaro (dono do Banco Master) para ameaças, vigilância ilegal e intimidação, uma análise contundente circula nas redes e entre observadores do caso.
Octavio Guedes destaca que o escopo das investigações superou a mera fraude financeira: “Não estamos mais diante de crimes contra o sistema financeiro, nem de um banqueiro (Vorcaro) falido. Estamos diante de uma MÁFIA, de GÂNGSTERS, inclusive com sicários prontos para matar!”
As mensagens interceptadas pela Polícia Federal mostram ordens diretas de Vorcaro para ações violentas, incluindo ameaças de “quebrar dentes” em jornalistas, “moer” ex-funcionários e monitoramento ostensivo de adversários, coordenadas pelo auxiliar apelidado de “Sicário” (Luiz Phillipi Mourão), que recebia cerca de R$ 1 milhão mensal.

A terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 4 de março de 2026, revelou detalhes sobre Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido “Sicário” (ou “Felipe Mourão” em mensagens), como figura central no esquema de vigilância e intimidação comandado por Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
A PF destaca que Mourão recebia financiamento mensal estimado em cerca de R$ 1 milhão, recursos repassados por Fabiano Zettel (cunhado de Vorcaro) e distribuídos para custear operações, incluindo acesso ilegal a sistemas restritos e atos de coação.
Mourão, de 43 anos, já responde em Minas Gerais por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e contra a economia popular (processo na 5ª Vara Criminal de Belo Horizonte desde 2021). Ele foi preso em Belo Horizonte durante a operação.


















