Nesta sexta-feira 16/01, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, explicou o motivo de seu apoio à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarando que “no Iraque, todos foram demitidos e depois se tornaram o Estado Islâmico”.
Um dia antes, Rodríguez havia se encontrado em Caracas com o diretor da CIA, John Ratcliffe, reunião essa confirmada pela própria agência, que inclusive publicou uma fotografia do momento. Paralelamente, a principal figura da oposição venezuelana, María Corina Machado, declarou na sexta-feira que “a Venezuela será livre com o apoio de Trump”, após ter almoçado com ele em Washington no dia anterior, e completou dizendo que voltaria ao país “assim que possível”.

Em outro desdobramento, apenas duas semanas depois da operação dos EUA que culminou na captura de Maduro, o governo americano recomeçou as deportações de venezuelanos: 199 pessoas desembarcaram na tarde desta sexta-feira em Maiquetía (litoral central da Venezuela). Ao mesmo tempo, as tensões entre Estados Unidos e Dinamarca seguem em alta por causa das declarações do presidente americano de que pretende anexar a Groenlândia (território autônomo dinamarquês) “a qualquer custo”.


















