EUA realizam ataque retaliatório letal no noroeste da Síria na sexta-feira 16/1
Em mais uma ação decisiva contra o terrorismo na região, as forças armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque letal no noroeste da Síria na sexta-feira (16/1), eliminando Bilal Hasan al-Jasim, um líder experiente afiliado à Al-Qaeda.
A operação, anunciada pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM) neste sábado (17), faz parte da campanha de retaliação Operação Hawkeye Strike, desencadeada após o ataque mortal do Estado Islâmico (ISIS) que vitimou três americanos em dezembro de 2025.
O alvo, descrito como um “líder terrorista experiente” pelo CENTCOM, tinha ligações diretas com o atirador do ISIS responsável pela emboscada em Palmira, na Síria, em 13 de dezembro de 2025. Na ocasião, dois militares americanos e um intérprete civil perderam a vida, com outros feridos.
A ação reforça o compromisso americano em perseguir e neutralizar ameaças que atentam contra suas tropas e aliados.
O almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, declarou: “A morte de um agente terrorista ligado à morte de três americanos demonstra a nossa determinação em perseguir terroristas que atacam as nossas forças”. Já o secretário de Defesa Pete Hegseth reforçou a postura firme: “Nunca esqueceremos e nunca cederemos”.
Essa operação é a terceira rodada de ataques retaliatórios desde o incidente de dezembro, integrando a Operação Hawkeye Strike, que já atingiu mais de 100 alvos de infraestrutura e armas do ISIS na Síria, com o uso de mais de 200 munições de precisão.
Ao longo do último ano, forças americanas e parceiras capturaram mais de 300 operativos do grupo e eliminaram pelo menos 20, reduzindo significativamente sua capacidade de ameaçar a segurança regional e as tropas dos EUA.
O ataque destaca a persistência da luta contra redes terroristas na Síria, mesmo após mudanças políticas no país e a cooperação crescente com o novo governo local na coalizão contra o ISIS.
Não foram reportadas vítimas colaterais na ação.
Com a Operação Hawkeye Strike em andamento, os Estados Unidos sinalizam que não haverá trégua na caça a terroristas responsáveis por ataques contra forças americanas.


















