Atendimento médico a Bolsonaro na Papudinha exige termo de confidencialidade e revista corporal
O 19º Batalhão de Polícia Militar do DF (“Papudinha”), onde Jair Bolsonaro cumpre pena, determinou que todos os profissionais de saúde escalados para seu atendimento assinem obrigatoriamente um Termo de Responsabilidade, Confidencialidade e Sigilo da Informação.
Memorando interno de 23 de janeiro de 2026 determina:
“Todos os médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais integrantes da equipe de saúde previamente escalados para atendimento ao custodiado deverão obrigatoriamente submeter-se à revista por scanner corporal antes do ingresso nas dependências do NCPM (Núcleo de Custódia da Polícia Militar). […] É proibido o ingresso com armas de fogo, objetos perfurocortantes diferentes dos utilizados em atendimento de emergência […]. Todos os profissionais deverão OBRIGATORIAMENTE assinar o Termo de Responsabilidade, Confidencialidade e Sigilo da Informação”.
A medida atende decisão de Alexandre de Moraes (STF) que determinou assistência médica 24h ao presidente, após traumatismo cranioencefálico leve sofrido na cela.
A Polícia Militar do DF reforça que as regras visam segurança e cumprimento da ordem judicial.


















