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Pesquisa revela que percepção de corrupção aumentou 49% no governo Lula

Percepção de corrupção no Governo Lula dispara 10 Pontos

Uma pesquisa recente do PoderData revela um salto alarmante na percepção de que a corrupção aumentou durante o mandato de Lula, passando de 39% em janeiro de 2024 para 49% em janeiro de 2026 – um incremento de 10 pontos percentuais que reflete o desgaste acumulado por escândalos como as fraudes no INSS, o colapso fraudulento do Banco Master e o envolvimento direto de ministros em irregularidades. 

Essa escalada na desconfiança popular não surge do vácuo: ela é alimentada por casos concretos que expõem falhas sistêmicas na gestão petista, incluindo ligações familiares do presidente com investigados e conexões políticas que sugerem conivência ou negligência.

Enquanto 28% dos brasileiros veem os níveis de corrupção inalterados e apenas 18% notam uma redução, o índice de indecisos caiu para 5%, indicando uma polarização cada vez mais nítida em torno da integridade do governo Lula.

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No turbulento panorama político brasileiro, a administração do petista Lula da Silva enfrenta um crescente descrédito público, impulsionado por uma série de controvérsias que minam a credibilidade do governo.

Escândalos no INSS: Fraudes Bilionárias e Ligações Familiares

Um dos pilares dessa erosão de confiança é o escândalo das fraudes no INSS, que envolve descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, gerando prejuízos estimados em bilhões de reais.

Investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) apontam para um aumento expressivo sob a administração Lula, com entidades ligadas ao irmão do presidente, José Ferreira da Silva, e até menções ao filho Fábio Luís Lula da Silva em conexões com lobistas investigados.

Críticos argumentam que o governo falhou em coibir o problema, permitindo que o rombo se agravasse.

O corte de R$ 190 milhões em verbas para o INSS, decretado pelo governo, agravou a crise, ameaçando o processamento de pagamentos e deixando idosos e beneficiários vulneráveis.

Essa má gestão não só expõe falhas administrativas como reforça a percepção de que o PT prioriza agendas políticas em detrimento da proteção social.

Banco Master: O Megafraude que Alcança o Planalto e o STF

Piorando o cenário, o escândalo do Banco Master emerge como o maior golpe financeiro da história brasileira, com fraudes estimadas em até R$ 50 bilhões, levando à liquidação extrajudicial pela Banco Central em novembro de 2025.

O dono da instituição, Daniel Vorcaro, manteve reuniões fora da agenda oficial com Lula em dezembro de 2024, pouco antes do colapso, levantando suspeitas de tráfico de influência. Ex-ministros como Guido Mantega, que faturava R$ 1 milhão mensais em contratos com o banco, e Ricardo Lewandowski, cujo escritório familiar recebeu R$ 250 mil por mês por consultorias durante sua gestão na Justiça, estão diretamente implicados. 

O caso se entrelaça com o INSS por meio de fraudes em empréstimos consignados, e estende tentáculos ao STF, com ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes citados em relações comerciais ou decisões controversas que beneficiaram investigados.

Ministros Envolvidos: Um Padrão de Controvérsias

O governo Lula já trocou 12 ministros desde 2023, muitos por escândalos como assédio moral, irregularidades e corrupção.

Figuras como Juscelino Filho (ex-Comunicações), indiciado por corrupção e fraudes em licitações, e Carlos Lupi (ex-Previdência), ligado às fraudes no INSS, exemplificam o problema.

Mais da metade dos ministros iniciais enfrentaram processos judiciais, incluindo condenações por peculato e nepotismo, embora muitos tenham recorrido ou sido absolvidos.

O novo ministro Olavo Noleto, por exemplo, foi citado em escândalos de corrupção nos anos 2010. Essa rotatividade reforça críticas de que o PT recicla figuras controversas, perpetuando um “DNA de corrupção” que remete ao Mensalão e à Lava Jato. 

Realizada entre 24 e 26 de janeiro de 2026 com 2.500 entrevistados por telefone, a pesquisa PoderData tem margem de erro de 2 pontos percentuais e confiança de 95%.

Em ano eleitoral, esses números intensificam debates sobre transparência, com opositores exigindo investigações profundas e o governo lutando para conter danos.

O aumento na percepção de corrupção no governo Lula não é mero acidente: é o reflexo de escândalos acumulados que questionam a capacidade do PT de governar sem sombras do passado.

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