Recorde negativo no governo Lula: Pagamento de juros da dívida pública atinge R$ 1 Trilhão, o maior da história do Brasil
Em mais um marco sombrio para a economia brasileira, o governo Lula registra um feito inédito e alarmante: o pagamento de juros da dívida pública ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão em 2025, valor que o país nunca havia sequer se aproximado em gestões anteriores.
Esse número exorbitante reflete o descontrole fiscal e a ineficiência administrativa que caracterizam o atual mandato, consolidando-o como o pior governo da história recente do Brasil, com impactos diretos no bolso do contribuinte e na sustentabilidade das contas públicas.
De acordo com dados divulgados pelo Banco Central e analisados por veículos como CNN Brasil e Poder360, os gastos com juros nominais da dívida alcançaram R$ 1,023 trilhão em valores corrigidos pela inflação, impulsionados por déficits primários persistentes e pela manutenção da taxa Selic em patamares elevados, como os 15% ao ano.
Esse “dízimo fiscal”, como classificou a CNN, representa quase 8% do PIB e dobrou em apenas cinco anos, drenando recursos que poderiam ser investidos em saúde, educação e infraestrutura, mas acabam beneficiando principalmente o setor financeiro.
Criticado por especialistas, o rombo fiscal fechou o terceiro ano consecutivo acima de R$ 1 trilhão, totalizando R$ 1,076 trilhão em 2025 quando considerados os juros.
A dívida bruta do Governo Geral saltou para R$ 10 trilhões, equivalendo a 78,7% do PIB – um aumento de 2,4 pontos percentuais em relação a 2024 e de cerca de 7 pontos desde o início do mandato de Lula em 2023.
Projeções do Tesouro Nacional indicam que a dívida pode chegar a R$ 10,3 trilhões em 2026, agravando ainda mais o cenário de instabilidade econômica.
O Brasil nunca havia chegado nem perto desse número.
Esses números não só expõem a falha na gestão fiscal, mas também questionam a capacidade do governo petista de equilibrar as contas sem sobrecarregar a população com mais impostos e cortes em serviços essenciais.
Com a dívida líquida atingindo 65,3% do PIB (R$ 8,3 trilhões), o Brasil caminha para um abismo fiscal que pode comprometer o futuro das próximas gerações, tudo sob uma administração que prioriza gastos eleitoreiros em detrimento da austeridade necessária.
A realidade econômica grita o oposto: um recorde que envergonha e endivida o país como nunca antes.


















