Crise no IBGE: Exonerações em massa e crise interna sob comando de Márcio Pochmann
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vive um momento de profunda turbulência interna, com uma onda de exonerações em massa e relatos de insatisfação generalizada entre servidores e técnicos.
O alerta está feito, as véspera de anúncio do PIB houve uma exoneraçãao geral e o mercado reage dizendo que isso é preocupante.
Assista aúdio da entrevista a CNN::
Desde que Márcio Pochmann assumiu a presidência do órgão em 2023, indicado pelo governo Lula, a instituição tem sido palco de críticas por politização, mudanças na metodologia de pesquisas e ambiente de trabalho deteriorado.
Servidores de carreira denunciam que o IBGE se transformou em um “pardieiro comandado por Márcio Pochmann”, termo usado em grupos internos e redes sociais para descrever um suposto clima de desordem, favoritismo e perda de autonomia técnica.
Exonerações recentes atingiram coordenadores de pesquisas importantes, diretores regionais e analistas experientes, gerando temores de que o órgão esteja perdendo capacidade operacional para produzir dados confiáveis sobre economia, emprego, inflação e demografia.
A crise ganhou força após a divulgação de resultados do Censo 2022 e da PNAD Contínua que geraram controvérsias políticas, com acusações de interferência governamental na divulgação de números desfavoráveis ao Planalto. Técnicos afirmam que o comando atual prioriza alinhamento ideológico em detrimento da independência científica, levando a uma debandada de profissionais qualificados.
O Ministério do Planejamento e Orçamento, ao qual o IBGE está vinculado, nega interferências políticas e afirma que as exonerações fazem parte de reestruturação normal. No entanto, a saída em massa de servidores experientes tem sido acompanhada por protestos discretos e pedidos de auditoria externa para preservar a credibilidade do instituto.


















