Blindagem política ou desvio eleitoral?; Presidente da Câmara ataca comissão do Senado e sinaliza veto a novas CPIs em 2026
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a defender a atuação do ex-ministro Dias Toffoli na consultoria ao Banco Master, em meio a investigações sobre supostas irregularidades financeiras. A postura de Motta, porém, levanta críticas de blindagem política, ao minimizar o papel de Toffoli e atacar a CPI do Crime Organizado do Senado por suposto uso eleitoral das apurações.
Motta classificou a consultoria de Toffoli como legítima, ignorando indícios de conflitos de interesse apontados por especialistas. Ele acusou a CPI de mudar o foco para “aproveitar o momento eleitoral”, desviando de temas centrais como infiltração do crime no sistema financeiro. Essa defesa seletiva alimenta debates sobre obstrução à justiça, especialmente em ano pré-eleitoral onde transparência é essencial para combater corrupção.
A declaração de Motta sobre veto a novas CPIs na Câmara reforça suspeitas de protecionismo, limitando o poder investigativo do Legislativo em 2026.


















